Shibuya-Kei — Um eclético movimento musical japonês

Shibuya-Kei — Um eclético movimento musical japonês

.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/37.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important} Existe um bairro em Tóquio que, durante uma janela específica de tempo — grosso modo de 1989 a 1998 — funcionou como o centro nervoso de um dos movimentos musicais mais estranhos, sofisticados e influentes do século 20. Esse bairro era Shibuya. E o movimento era chamado exatamente assim: Shibuya-kei. "Estilo de Shibuya."O nome é enganosamente simples para algo que era fundamentalmente inclassificável.Shibuya-kei não era um gênero no sentido convencional — não tinha um som único, uma estética sonora reconhecível, um BPM ou uma progressão de acordes que definisse o pertencimento. O que unia as bandas...

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All Star: o tênis que marcou identidade na escola

All Star: o tênis que marcou identidade na escola

.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/06/19.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important} Existe uma memória específica que atravessa gerações de brasileiros que cresceram entre os anos 80 e 2000: o primeiro par de All Star. Não era só um tênis. Era uma passagem. Tinha um significado que nem sempre se conseguia articular na época, mas que era completamente claro na prática: quem usava All Star sabia de alguma coisa.O Converse Chuck Taylor All Star é tecnicamente um tênis de basquete de 1917. Marquis Mills Converse fundou a empresa em 1908 em Massachusetts e em 1917 lançou o modelo que ainda hoje — com design praticamente inalterado — é...

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Enter the Wu-Tang: Staten Island virou mítica asiática

Enter the Wu-Tang: Staten Island virou mítica asiática

.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22.png) center/cover!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important}.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important}Staten Island é o borough mais ignorado de Nova York. Não tem a energia do Bronx, não tem o prestígio de Manhattan, não tem a narrativa de Brooklyn. É o lugar de onde as pessoas dizem que são quando não querem explicar muito. Em 1993, um grupo de nove MCs dali resolveu transformar esse lugar em algo completamente diferente: Shaolin. O nome vem do filme The 36th Chamber of Shaolin (1978), um clássico do kung fu hongkonguês que circulava nas locadoras de bairros populares de Nova York desde os anos 70. Para o RZA,...

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Niggas in Paris: o beat feito em 15 minutos

Niggas in Paris: o beat feito em 15 minutos

.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/06/7.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important} Em algum momento de 2010 ou 2011, num apartamento ou estúdio de LA, um produtor de 22 anos chamado Chauncey Hollis — conhecido como Hit-Boy — abriu o FL Studio e fez um beat em cerca de 15 minutos. Eram poucos elementos: um riff de sintetizadores gelados e repetitivos, um kick drum marcado, alguns bleeps eletrônicos. Era simples demais para ser uma hit, pensou. Deu o beat para um amigo chamado Chilly Chill, que ia jogar numa mixtape ou postar no YouTube. Então chegou um email de Don C perguntando por esse beat específico. Don C era...

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O que é Brasilcore e por que o mundo só viu agora

.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/06/10.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important} Existe um momento específico em que uma coisa deixa de ser hábito e vira tendência. Para o Brasilcore, esse momento aconteceu em abril de 2022, quando Anitta subiu no palco do Coachella usando um figurino nas cores verde e amarelo e virou manchete no mundo todo. Mas qualquer pessoa que tenha crescido num bairro popular do Rio ou de São Paulo sabe que aquele visual não nasceu ali. Ele já existia. Estava nas ruas, nos bailes funk, nos campos de várzea, nas costas de quem usava camisa da seleção não como declaração política, mas porque era...

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