Black Rio e o dia em que o Brasil olhou para si mesmo
.wd-page-nav .back-to-archive{width:52px!important;height:52px!important;display:block!important;background-image:url(https://coyotemidia.com.br/wp-content/uploads/2026/03/13.png)!important;background-size:cover!important;background-position:center!important;border-radius:3px!important;font-size:0!important;overflow:hidden!important}.wd-page-nav .back-to-archive:before,.wd-page-nav .back-to-archive:after{display:none!important}
No fim dos anos 1970, enquanto a ditadura tentava calar a voz das ruas, bailes funk e soul no Rio de Janeiro construíram uma consciência negra que o samba oficial nunca quis ter
Era o Brasil da ditadura, do "milagre econômico" e da censura. E nos subúrbios do Rio, milhares de pessoas negras dançavam soul americano e começavam a entender quem eram.O movimento Black Rio não nasceu de um manifesto. Nasceu de um baile. No fim dos anos 1960 e começo dos 70, equipes de som como a Soul Grand Prix, a Cashbox e a Dynamic Soul...